Graça Soberana

CENTRADOS NO EVANGELHO: reflexões cristocêntricas sobre a graça e as insondáveis riquezas do evangelho na vida de um desprezível pecador

Novos reformados: o sucesso do movimento naquilo que são e representam

Continuo aqui o post em que relatei meu testemunho sobre a reforma pessoal, lenta e gradativa que Deus operou na minha vida ao longo dos últimos vinte anos ou mais. Como afirmei, minha empolgação com os novos reformados está no fato de o movimento reforçar a visão complementarista. Mais ainda por não abraçar (ao menos em boa parte) o cessacionismo. E sobretudo por estar calcado nas convicções bíblicas da Reforma.

Mas quero me focar nessa última razão apontada para o meu entusiasmo: o fato de estar o movimento calcado nas convicções bíblicas da Reforma. E quero mostrar que não me empolga somente isso, mas mais ainda o fato de o movimento ser um repensar dessas verdades, uma reaplicação delas ao momento atual. E por isso estendo meu apoio, ainda sabendo que hoje entendemos pouco dos limites do movimento e não podemos nos ater a um rótulo, como bem disse Juan de Paula Siqueira, nem nos permitir cair na idolatria do movimento, como lemos nos 5Calvinistas.

As observações que se seguem podem ser falhas e até equivocadas. Por isso mesmo, apresento-as como reflexões para que você pense junto comigo. (Aliás — você descobrirá —, essa é uma das características mais caras dos novos reformados que ansiamos ver reproduzidas aqui no Brasil: unirem-se para humildemente ouvir um ao outro, deixando de lado as diferenças e construindo sobre os alicerces das convicções que lhe são preciosas e comuns: o Evangelho!)

Os novos reformados parecem ter sido pela primeira vez identificados como “novos calvinistas” pela revista Time, numa matéria em que o “movimento” era citado como uma das 10 maiores influências a transformar o mundo dos nossos dias. Nos Estados Unidos, é um movimento em franca expansão, com destaque para nomes como John Piper (que estará na Conferência Fiel de 3 a 7 de outubro deste ano), Mark Driscoll, Wayne Grudem (que o Mackenzie acaba de trazer para São Paulo neste mês de março) e C. J. Mahaney (v. abaixo outros nomes de algum modo ligados ao movimento). Na Inglaterra, temos Terry Virgo e Adrian Warnock.

Driscoll esboça os novos reformados

Creio que o centro do pensamento neorreformado é mesmo, como esboçou Mark Driscoll, a restauração do evangelho da graça, com sua ênfase na soteriologia da Reforma sem a necessária manutenção de todos os aspectos da tradição reformada ou ao menos com certo “arejamento” dessa tradição. Não somente isso, mas uma revisitação da visão complementarista, revitalizando a velha luta pela verdade bíblica segundo a qual homens e mulheres estão em pé de igualdade diante de Deus em seu valor, sem serem iguais em papel e função. Essa restauração da visão complementarista dos novos reformados faz frente ainda de forma mais eficaz ao feminismo e ao homossexualismo rompantes da sociedade e da igreja de nossos dias. Junto com isso, vemos um retorno à valorização da obra do Espírito em contrapartida ao cessacionismo presente na tradição reformada em geral, pelo menos em seus desenvolvimentos posteriores. E uma guinada rumo a uma visão mais orgânica da igreja.

A propósito desse último ponto, por exemplo, os Sovereign Grace Ministries de Mahaney lutam para não ser reduzidos a uma denominação e se consideram uma “família de igrejas”, termo mais orgânico e vitalizado. New Frontiers, de Terry Virgo, na Inglaterra, outro exemplo, seria uma ala reformada saída do movimento restauracionista da década de setenta na Inglatera, movimento esse que tanto influenciou desde Juan Carlos Ortiz até as incontáveis comunidades evangélicas sem nome do Brasil. Embora New Frontiers tenha se distanciado muito das ideias do movimento restauracionista, tem em comum com ele uma característica mais “orgânica” em sua estrutura, o que também influenciou Sovereign Grace. A Atos 29, de Mark Driscoll, é ainda mais “livre” em sua estruturação que esses dois movimentos, apresentando a ideia de uma rede de igrejas independentes. Junto com essa inclinação para os relacionamentos entre igrejas e líderes de uma mesma “família” ou não, vem uma maior sensibilidade para com o mundo de hoje (não necessariamente uma ênfase desmedida na às vezes famigerada “relevância”), com uma consideração às questões prementes do presente em uma cultura pós-moderna e com o senso de que a igreja é mesmo mais que paredes e de que, mais que trazer pessoas para a igreja, devemos entender que nós somos a igreja entre as pessoas.

Muito mais nos une

Mas há muito mais em comum entre os novos reformados (e entre eles e os “velhos” reformados), o que quero procurar mostrar aqui de forma experimental e singela, para depois tentar demonstrar por que uma avaliação dessa natureza é tão crucial para nos unirmos e nos fortalecermos no Brasil. E começaria propondo aqui que os novos reformados de forma geral parecem se esforçar por aplicar 4 “R”s às convicções reformadas. Eles:

  1. Reforçam convicções reformadas – os novos reformados dão um retumbante “amém” à Reforma protestante do século 16 e sobretudo aos desenvolvimentos calvinistas e depois puritanos da Reforma, que consideram corresponder às verdades imutáveis da Palavra de Deus.
  2. Rejeitam convicções reformadas – os novos reformados rejeitam aquilo que seja altamente restritivo na identificação do pensamento e da “instituição” reformada.
  3. Reveem convicções reformadas – os novos reformados abrem as janelas dos corredores da fé reformada para que algumas convicções às vezes um tanto emboloradas ou esquecidas sejam arejadas, revitalizadas, restauradas, recuperadas e reexaminadas.
  4. Reformam convicções reformadas – os novos reformados levam a sério o chamado à reforma que condiz com a Palavra e com a própria Reforma, e assim — esta é a convicção deste singelo blogueiro — conferem maior impulso ao pensamento reformado e às imutáveis verdades do evangelho contidas no embrião da Reforma e em todos os seus desenvolvimentos posteriores.

Podemos dizer assim que os novos reformados rejeitam para reforçar e reveem para reformar!

A tabela abaixo, sem se pretender exaustiva, pode dar uma ideia mais clara dos pontos em que concordamos e daqueles em que procuramos revitalizar e reaplicar a fé reformada às necessidades do nosso tempo:

Representação parcial dos “4 Rs” do movimento neorreformado

A própria tabela acaba por mostrar que há muito mais em comum entre esses novos reformados e aqueles (velhos) reformados que não se identificam oficialmente com o movimento neorreformado (muitos, embora sem se identificar, ainda assim contribuem para ele, sobretudo no fenômeno observado hoje nos EUA).

Talvez poderíamos dizer que reformados são aqueles que só reforçam todas as convicções reformadas históricas. Poderíamos dizer também que mesmo reformados rejeitam pelo menos o neopuritanismo; e talvez os mais sóbrios neguem que a fé reformada precise estar restrita à “tradição” reformada e a uma meia dúzia de denominações históricas. Muitos reformados, poderíamos dizer, desempenham um papel profético de ventilar ou revisitar, rever as convicções reformadas, chamando à sobriedade, à lucidez, ao verdadeiro “espírito” dessas convicções. E alguns reformados há que em certo sentido buscam reformar a fé reformada, seguros de que suas convicções devem estar sempre se reformando, no sentido de serem redescobertas e reaplicadas segundo as necessidades de seu tempo, enquanto ainda se mantêm calcadas na Escritura.

Mas eu diria que são os novos reformados os que mais reveem e reformam as convicções reformadas. E o fervor de muitos os tem levado até mesmo a se tornarem aqueles que mais reforçam essas convicções, sendo seus maiores propagadores (haja vista sua presença marcante na Internet). Até mesmo mais que muitos reformados! (E aqui jaz mais outra característica que me empolga no movimento.)

Mas nem todos os novos reformados, é preciso que se diga, pensam exatamente da mesma maneira a respeito dos 4 pontos de Driscoll apresentados no começo deste post, como no caso da questão continuacionista e da proposta missional. Sovereign Grace, por exemplo, o grupo de igrejas a que estou relacionado aqui no Brasil, tem uma simpatia por partes das convicções missionais, mas tem muitas importantes reservas quanto a várias de suas ênfases, as quais compartilho e pretendo explicar em outro post. Os novos reformados também se acham em toda parte quanto à prática continuacionista, havendo os casos em que certamente a prática fica aquém das convicções e havendo ainda os que mantêm uma posição cessacionista ou ao menos “aberta, mas cautelosíssima”. Não existe, portanto, um corpo coeso de novos reformados quanto aos 4 pontos de Driscoll. Até a designação do movimento ainda é objeto de debate. Eu preferiria novos reformados, mas fala-se mais de novos calvinistas, talvez por influência da matéria da Time.

No entanto, mais que uma definição estrita de 4 pontos do que sejam os novos reformados, importante mesmo é conhecer as muitas convicções que os unem. E aqui proponho algumas:

  1. O evangelho e sua centralidade
  2. Compromisso com as Escrituras, a Palavra de Deus não somente inerrante, infalível e autorizada, mas também suficiente para o todo da vida
  3. A soberania de Deus, a supremacia de Cristo e a indispensabilidade da obra do Espírito Santo: portanto, teocentricidade (viver para a glória de Deus e desfrutá-lo plenamente), cristocentricidade (Cristo é o centro e o foco de toda a vida e por isso e evangelho deve ser central) e o alto valor da obra do Espírito (resgatando uma vivência do Espírito que considera a necessidade de sermos cheios dele, de adornarmos seu fruto e de operarmos com seus dons, ressaltando sua obra não-espetacular mais que a espetacular, mas não descartando seu agir sobrenatural em pleno acordo e compromisso com a Escritura, a Palavra que ele revelou e continua iluminando)
  4. Paixão pela sã doutrina
  5. O valor da teologia bíblica
  6. A pregação expositiva e sobretudo cristocêntrica
  7. Os cinco solas
  8. O TULIP
  9. A vida centrada no evangelho, fugindo do legalismo, da licenciosidade, do subjetivismo e da condenação, seus maiores inimigos
  10. Preocupação com uma santificação centrada no evangelho, com ênfase na graça, na humildade, na comunhão e na prestação de contas
  11. Valor do aconselhamento bíblico centrado no evangelho
  12. Casamento e criação de filhos centrados no evangelho
  13. O cristão como “igreja” na família, no trabalho, na escola, na comunidade, no país, nas dimensões sociais e políticas deste mundo
  14. Uma visão de que o mundo é de Deus
  15. Paixão pela igreja local
  16. Entendimento bíblico de membresia
  17. Preocupação com discipulado e crescimento
  18. Liderança eclesiástica bíblica norteada pelos princípios bíblicos da pluralidade
  19. Preocupação com o avanço do evangelho, entendimento bíblico de evangelismo e uma reforma na missiologia que leve em conta a pluralidade d emissionários no campo missionário e a parceria com homens mais experientes no contexto da igreja local
  20. Pregação do evangelho por meio de relacionamentos
  21. Um entendimento bíblico de conversão
  22. Uma soteriologia que brota desse evangelho e um entendimento do todo da vida cristã (santificação) centrado no evangelho
  23. Etc.

 

Como vimos, Driscoll, em sua tendência à concisão, reduz as características do movimento a quatro: teologia reformada, complementarismo, contionuacionismo ie missionalidade. Ao apresentar os 22+ pontos acima, não quero discordar de Driscoll (nem pretendo ser mais preciso, e tampouco me arrogo dominar a matéria). Aliás, se você examinar bem, esses 4 pontos de Driscoll estão incluídos acima nos 22+, e ali, explicados e expandidos. Meu objetivo, porém, é mostrar como acho que o movimento está calcado em muito mais elementos da fé reformada do que se poderia supor.

O movimento neorreformado compreende os defensores de uma fé reformada viva e revivida, capaz de nos dias de hoje influenciar todas as seguintes áreas do viver:

Teologia + sã doutrina + vida cristã em todas as suas dimensões + igreja local + evangelismo e missiologia

Uma fé reformada revivida seria o mesmo que uma fé reformada reformada! Isso não soa tão próximo de uma importante máxima da Reforma que diz Ecclesia reformata et semper reformanda est [Igreja reformada sempre se reformando]?

A importância de enfatizar a abrangência dos contornos do movimento

Quando chamamos atenção para a real abrangência do movimento neorreformado, conseguimos perceber aquilo que é o ponto central da unidade observada hoje nos Estados Unidos: há muito mais em comum do que as diferenças que possam nos separar… Com essa lista de características, vemos como centenas de nomes e igrejas podem se unir em todo o mundo para ajudar o movimento reformado e novo reformado a progredir. Se ficarmos com o paradigma de Driscoll somente, a adesão pode cair e deixamos de perceber por quantos valores estamos unidos. Como podemos ver no gráfico abaixo, que carece ainda de uma boa pesquisa e confirmação, os 4 pontos de Driscoll não poderiam ser defendidos por todos aqueles, reformados ou novos reformados, que hoje parecem apoiar o movimento.

Tentativa de distribuição dos 4 pontos de Driscoll entre um número representativo de novos reformados e simpatizantes do movimento

Se ficarmos com o paradigma mais amplo acima de 22+ pontos ou algo semelhante, o que creio ser um reflexo mais fiel do movimento como um todo, teremos a adesão natural de um maior número de reformados, à semelhança da Together for the Gospel e da The Gospel Coalition e de conferências como Next, The Resurgence, Plant, Resolved etc. Exatamente por isso há um sem-número de nomes de representantes do movimento reformado e neorreformado que podem dar as mãos no Brasil hoje (bem como nos demais países lusófonos, os quais, acredito, temos o dever de alcançar), mesmo que, como eu, não possam abraçar todas as ênfases do movimento, ainda em formação.

Por isso conclamamos todos a unir forças: realmente há mais em comum por que juntos podemos e devemos lutar para a revitalização das verdades eternas da Palavra, reacesas e preservadas na fé reformada! No post seguinte, vão algumas ideias de como fazer isso…

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14 comentários em “Novos reformados: o sucesso do movimento naquilo que são e representam

  1. Daniel de Lima Vieira
    18 de março de 2011

    Tenho a impressão de que o movimento vai ganhar mais adesão de discípulos de Jesus oriundos de contextos não calvinistas, como pentecostais, wesleyanos, restauracionistas, porém maravilhados com a combinação “reformado+carismático+missional+etc”, do que com irmãos de igrejas de teologia reformada, de onde parte o ‘fogo amigo’. O que acha? Se esse nova perspectiva for oferecida com humildade e amor a esses irmãos que formam a maioria evangélica no Brasil, haverá mudanças aqui. Driscoll disse que “O Velho Calvinismo era temeroso e desconfiado dos outros Cristãos e queimava pontes. O Novo Calvinismo ama todos os Cristãos e e constrói pontes entre eles.”
    Eu mesmo estou atravessando pontes para aprender. É seguro?

    • Helder Nozima
      18 de março de 2011

      Daniel,

      Seguro nunca é. Mas não é seguro pegar um carro e dirigir. Há riscos.

      Se ficarmos em uma posição defensiva, creio que nunca faremos nada. E o nosso Deus é maior que os reformados. Temos o dever de nos arriscar.

      Graça e paz do Senhor,

      Helder Nozima
      Barro nas mãos do Oleiro

    • Fá Medeiros
      20 de março de 2011

      Daniel, essas pontes são fundamentais entre “neorreformados”… Hj conheço pessoas abraçando as doutrinas da graça em meios arminianos. Aliás, Wesley era mais reformado que muitos reformado hj, em certos sentidos… Ou seja, há o que aprender com Wesley, sem dúvida. E como li hj num email de David Portela no grupo Nos Reformados, creio que temos muito que aprender com o zelo e fervor de nosso irmãos pentecostais, arminianos etc.

      Mas em tudo isso devemos estar firmados não em distinções teológicas propriamente, mas nas verdades eternas na Palavra que não podemos negociar a nenhum preço.

      Deus nos dê humildade e direção!

  2. guilhermestutz
    18 de março de 2011

    As tabelas estão em péssima qualidade. teria como enviá-las de outra forma?

    • Fá Medeiros
      18 de março de 2011

      Sim, eu lutei, mas no pouco tempo não consegui nada melhor! mas mande seu email que as encaminho!

      Abração.

      • eclesio
        20 de março de 2011

        Olá,
        Tem como vc me mandar as tabelas em melhor definição?
        Grato.
        Graça e Paz

      • Fá Medeiros
        21 de março de 2011

        Eclesio, posso sim. Eu as repostei. Se não estivem ainda servindo, me avise que as envio por email.

        Deus abençoe!!

    • Fá Medeiros
      18 de março de 2011

      Percebi tb que se imprimir fica melhor… Desculpe!! :( Mas posso ver se mando isso de novo com uma resolução melhor! Alguma ideia?

    • Fá Medeiros
      21 de março de 2011

      Guilherme, postei novas tabelas, inclusive com correções apontadas. Se ainda assim não servirem, envie seu email que as posso enviar diretamente a vc. Obrigado pelo interesse!

  3. Juliano Heyse
    18 de março de 2011

    Grande Fabiano! Este post está muito bom. Que belo apanhado irmão. Que Deus o abençoe ricamente. Parabéns!

    A letra do TULIP onde há divergências não seria o L? Acho que quem não está firme no P dificilmente é reformado (rsrsrs).

    Mais uma coisa: os teus 22+ pontos são bem melhores e mais claros que os 4 de Driscoll.

    Abraço irmão!

    • Fá Medeiros
      21 de março de 2011

      Grande Juliano, que honra tê-lo por aqui! Que grata surpresa mesmo!

      Olha, corrigi a informação equivocada. Obrigado por chamar atenção para isso.

      Que Deus continue a te abençoar e obrigado pelo teu trabalho zeloso e importante para o reino na tua igreja em Floripa, mas tb no site Bom Caminho!!

  4. Filipe Niel
    21 de março de 2011

    eu diria que o Augutus tem uma tendência a missionalidade sim, vale checar com ele no futuro

    • Fá Medeiros
      21 de março de 2011

      Obrigado, Filipe!

      Aproveitando, fiz um apanhado “meio assim”… sem grande estudo e reflexão, apenas para dar uma ideia de que é difícil fechar em 4 pontos apenas… “Há mais que nos une.” E até deixei mesmo muitas interrogações para indicar isso e porque não sei mesmo como cada um se posiciona. E até para mostrar que esse posicionamento tão estrito aqui e ali não me parece tão fundamental nesse movimento ao menos e para aquilo que acaba sendo o propósito: recuperar as convicções reformadas para hoje com uma abertura para a atuação mais “sentida” do Espírito.

      Deus abençoe!

    • Fá Medeiros
      21 de março de 2011

      Mas, checando, vou atualizando a tabela…

      ;)

      Obrigado!!

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